ais de 41% dos investidores brasileiros procuram oportunidade nos segmentos de fintechs, edtechs, health care e agritechs, mas apostam baixo. Foi a essa conclusão que chegaram os profissionais da Triple Seven Investments (www.777.investments) a partir de uma pesquisa realizada em maio com 121 potenciais e reais investidores do país. Entre outros dados, o levantamento revela que 51% deles estão dispostos a investir pouco nessas empresas – até R$ 100 mil – e preferem diversificar os aportes. Entre os segmentos preferidos dos investidores, está no topo o de fintechs (50%), edtechs (48%), health care (45%) e agritechs (40%)

O dado positivo trazido pela pesquisa é que o interesse em investir é significativo: 59% já dedicaram capital a essa finalidade nos últimos dois anos e continuam em busca de oportunidades, enquanto 41% têm a intenção de fazê-lo.

Segundo o sócio da empresa Vitor Kawamura, apesar do interesse demonstrado, ainda há receio por parte dos investidores em colocar maiores quantias nas startups, valores estes que podem não ser suficientes para que elas cresçam ao ponto de se tornarem atrativas para futuros rounds de investimento. “Isso acontece pois no Brasil existem outras opções com retornos atrativos”, afirma.

Para Kawamura, quem pretende começar com aportes em startups, ou mesmo aqueles que procuram diversificar seu portfólio, devem buscar suporte em alguma entidade do ecossistema – incubadoras, aceleradoras, investidores-anjo e grupos especializados –, como a Triple Seven, para aumentar suas chances de sucesso. “Uma alternativa é co-investir com outras pessoas ou entidades para chegar a valores que realmente possibilitem o crescimento da empresa”, sugere.

Fonte: iPNews

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